domingo, 17 de julho de 2011

Eu "AcHo" que essa semana foi quente

Eu acharia, se pudesse, lógico, que essa semana começou “quente” e não esfriou, nem pretendeu esfriar até seu fim. Logo na segunda decretou-se a extinção da Ciência mais comum entre os aspirantes a agrônomos da UNILAB.  A “achologia” encontrou na tarde do dia 11 o seu mais afiado opositor, eu acho que agora vamos começar a “acreditar que” ou até “pensar que”, mas nunca mais “achar que”. Deixo claro que não estava na sala na hora do debate, portanto posso ainda vacilar e achar alguma coisa vez ou outra, e acho que acharia se achasse que pudesse achar mesmo que não concordem quando eu acho.
Na terça em sala os professores começaram a externar seu incômodo com o barulho da porta que avisa sempre que alguém vai entrar ou sair, e tem justificativa, isso ocorre com tanta  frequência que o trinco não suportou, e fica na mão de qualquer um, basta puxar .
Tenso mesmo foi a quarta depois de uma aula, em parte animadora. A sexta-feira 13 nada tem de assustadora se comparada a nossa quarta-feira 13 e o terror das notas baixas, em choque agora tem gente profundamente dedicado a mudar sua conduta na universidade.
Na inauguração do Fantasmático Centro de Estudos Interdisciplinares, entendemos que até o gesto materno de beijar o filho é troca, isso nós não sabíamos, mas para alguns (ou alguém) a palestra foi totalmente desnecessária, pois entendia tanto do assunto que até foi mal interpretado, emprestar o computador ao professor palestrante é também um ato de troca, ou seja, o aluno espera uma ajudinha na nota. Concordo que isso deveria ser dito, ficou difícil não pensar besteira quando o cara disse que com o professor entendia tudo de troca e piorou a situação quando disse preferir que o assunto ficasse só entre os dois.
Por fim, frustração para os que esperavam notícia da Joana D’Arc na quinta-feira, o que veio na verdade foi notícia do ex-presidente Lula que exatamente as duas da tarde estava chegando no congresso da UNE, ainda não se sabe se isso é importante ou não.

E chegou sexta-feira.

sábado, 16 de julho de 2011

Pesquisa e Tutoria


Pessoal, com o intuito de esclarecer as dúvidas sobre  a Pesquisa (vocês poderão se inscrever para o  Programa do CNPq,  Iniciação Cientifica)  e a Tutoria,  e ainda, relacionar os temas que nossa pesquisa abordará, estou enviando esta mensagem.  Vamos lá.
A tutoria  consiste num espaço onde o aluno desenvolverá ações que o torne ator social de sua formação, ou seja, participe nesse processo como sujeito. Significa aprofundar as discussões realizadas nas disciplinas a partir de dúvidas, opinar em todas as discussões, levantar problemas, propor sugestões. Na tutoria os professores juntamente com os alunos devem buscar minimizar os problemas vivenciados pelos alunos dentro e fora da universidade. Os problemas de adaptação, tais como, relação universidade e família, situação financeira, saúde, distancia da família (saudade), alimentação, acomodação, relações com os colegas e professores, dúvidas na escolha do curso - identificação com a profissão escolhida, e outros, são considerados. Em outras palavras, “ ajudar alguém a passar de um estado para outro”. (WALLACE; GRAVELLS, 2005). Obvio, e ser ajudado. Na formação dos grupos de tutoria, os alunos devem procurar identificar-se com os trabalhos dos professores desenvolvidos nos segmentos de ensino (aulas), pesquisa e extensão (trabalhos fora da universidade, nos ambientes escolares e não escolares, levando os resultados de suas pesquisas e dando Cursos, etc). Em outras palavras, o que trabalham, como trabalham e onde trabalham. Outras atividades culturais e de laser,  devem ser consideradas, como, o que fazem, do que gostam, que tipo de laser, etc.  Já  a pesquisa trata de um trabalho de investigação a partir da necessidade de se solucionar um problema, teórico ou prático, vivenciado pelos pesquisadores. Por exemplo: vamos pesquisar se o que os alunos do curso de  Agronomia estão estudando na sala de aula e nas suas aulas práticas, está atendendo a necessidade dos agricultores; a cultura do café pode voltar a ser plantada no maciço de Baturité com era antes (larga escala – grande área )?; quem são, onde estão e  o que fazem os agricultores do vale do Acarape-Pacoti ? etc.

Segue abaixo os assuntos que podem ser  trabalhados na nossa pesquisa: Formação Agronômica e Desenvolvimento Rural,

§  Formação dos (as) alunos (as) e professores (as);
§  O Currículo da agronomia;
§  O mercado de trabalho para o agrônomo (a);
§  Questão agrária (reforma agrária, assentamentos rurais, etc);
§  Questão agrícola (o que produzir, quanto produzir, como produzir e onde produzir);
§  Movimentos Sociais (MST é um deles );
§  Movimentos Sindicais (Federação dos Trabalhadores Rurais do Ceara - FETRAECE é uma deles);
§  Organizações Não Governamentais (ONGS – que são,  o que eles fazem e para que trabalham);
§  Políticas de desenvolvimento rural (serviços Assistência técnica e Extensão Rural -EMATERCE, PRONAF, PRONERA, Projovem Campo, etc);
§  Educação do Campo;
§  Pobreza Rural

Se ainda tiverem alguma dúvida, entre em contato por email, por telefone ou pessoalmente, conosco ou com os colegas professores do Curso. No meu caso, os nos. (32711563,96108500 ou 86302339).   Lembrem-se de acordo com o combinado, devemos formar os grupos de tutoria na Segunda (18.07), depois de trabalharmos o Relatório, no espaço da aula de Métodos Participativos. 

Abraços, 
Ribamar Furtado.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Fotos- Junho/ Julho



 



 

Pé na lama e mão na massa

A semana começou animada, como é fácil perceber na foto ao lado. Nos olhos dos nossos jogadores a quase certeza da vitória que não veio. Mas também não saímos derrotados na partida de futsal na segunda-feira,isso por que, como diz a Luzivone: Há sempre duas opiniões, duas maneiras de entender as coisas, portanto não perdemos a partida, apenas não ganhamos. Mas os meninos que jogaram não ficaram tão mau, eles tinham alguém para consolar, pelo menos é que se pode falar do Fernando... Ah, esquece, ele não jogou. Mas é certo que não ganhamos por que enfrentamos os melhores jogadores da cidade, os “pesticidas”, que jogam todo dia, e nós desde maio só fazemos relatório, resumos e participamos de palestras. Bem, aqui cabe a interrogação: Participamos? Sim participamos, o resumo da palestra na aula de quinta-feira é prova disso, ninguém foi pego de surpresa, foi?  Estava todo mundo preparado para fazer até outra apresentação da palestra se fosse preciso. (?)
Pois bem, a seleção agronômica enfiou o pé na lama na segunda a noite, e em solidariedade toda a turma fez o mesmo na terça pela manhã, a Késya principalmente, esta já pensa em investir suas economias em botas lilás e num capacete possivelmente rosa.
A pancada na cabeça que levou a coitada ao hospital na manhã de quarta-feira me fez lembrar os cuidados necessários para que ninguém saia ferido nas aulas de campo.
Como já sabem, cuidem para não cair em buracos ou de algum velho banco, agora também não esqueçam, olhem para cima, pois assim como os buracos e os bancos, as árvores também podem ferir quando não são observadas.
Na quarta-feira lama de novo, desta vez não apenas para deixar a sala imunda, muito menos para entupir todas as pias dos banheiros, embora termos feito isso com maestria, mas para entendermos que matéria, segundo Aristóteles, é aquilo que tem a capacidade de transformação, deste modo o conhecimento verdadeiro é aquele que atingiu a realidade máxima, que já se realizou e não pode nem precisas se transformar por que já É tudo que pode SER. Sendo assim encontramos mais uma vez no topo, ela, a explicada e justificada por si só, a Rainha das ciências, onde todas as outras encontram sua explicação e justificativa, a FILOSOFIA.
De fato, para explicar o tamanho da criatividade (e, em alguns casos, não criatividade) dos alunos na produção artística desta tarde só mesmo a Filosofia. Pombas confundidas com patas, vulcões que mais pareciam cacimbas,  disso a coisa pior, ou a coisa melhor, afinal ninguém ousou retirar da sala o monte de barro e jornais velhos espalhados que até hoje despertas a curiosidade de todos que nos visitam.
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