terça-feira, 24 de janeiro de 2012

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL DOS ESTUDANTES DO CURSO DE AGRONOMIA - UNILAB Nº 01/2012 COMISSÃO ELEITORAL


A Comissão Eleitoral, abaixo indicada criada em reunião do colegiado representativo dos Estudantes do Curso de Bacharelado em Agronomia da UNILAB no dia 11 de janeiro de 2012, CONVOCA a todos os seus sócios, para participarem da Assembleia Geral com a seguinte Pauta: Fundação de sua agremiação Acadêmica, eleição de sua Diretoria executiva e Conselho Fiscal, dando-lhes ciência dos seguintes dados:

I – Data da Assembleia Geral de Fundação de sua Agremiação Acadêmica, Eleição da Diretoria Executiva e Conselho Fiscal: 31 de Janeiro de 2012.
II – Local da Assembleia, Eleição e Posse: Anfiteatro da UNILAB.
III – Horário: 13h: 30min – horário local.
IV – Cargo em disputa: Diretoria Executiva e Conselho Fiscal.
V – O prazo, horário, local e forma para inscrição: As Inscrições poderão ser efetuadas a partir da data de publicação deste edital ate as 13h:00min do dia 31 de janeiro com qualquer membro da Comissão Fiscal. Ambas mediante preenchimento da ficha de Inscrição, anexando os seguintes documentos: Slogan de Campanha – Contendo uma frase criativa que denote os objetivos pretendidos pelos integrantes da mesma; Nome e Cargo pretendido pelo acadêmico, O Número mínimo de 06 (seis) Integrantes constando a assinatura de 100% (Cem Por Cento) dos Integrantes.
VII - Locais de registros de candidaturas: UNILAB campus da Liberdade.
VIII – Período de realização de campanha eleitoral: entre os dias 23 à 31 de janeiro.
IX  – O Calendário Eleitoral,  encontra-se a disposição para consulta dos interessados na internet, no portal – http://agronomiaunilab.blogspot.com/


Francisco Dálber da Silva
Presidente da Comissão Eleitoral


Jose Paulo de Sousa Filho
Vice-presidente da Comissão Eleitoral.

Keila Ferreira da Silva
Secretaria Executiva


Michele Holanda de Almeida
Vice-Secretária Executiva   

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Acolhimento dos novos estudantes Agronomia 2011.2


Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira
25 de agosto de 2011

As respostas de nível médio precisam dar espaços às perguntas de nível superior, essa é a primeira verdade a ser assumida hoje.
Os pensadores estão morrendo. Os estudantes estão se tornando, em sua grande maioria, do fundamental à universidade, uma massa de repetidores de informações e não de pensadores que amam a arte da crítica e da dúvida. [...] Temos informações que nenhuma geração jamais teve, mas não sabemos como transformar a informação em conhecimento e o conhecimento em experiência. (Augusto Cury)
Repetidor de informação é isso que se forma no Brasil. Um dia te disseram que os portugueses descobriram estas terras e você acreditou, mesmo quando eles também disseram que aqui já havia índio. Não te ensinaram a criticar e por isso você nunca questionou o jeito torto de te ensinarem as coisas, o jeito europeu de contar a história. Eles te dizem o que querem que você acredite, e você acredita. Acredita, aceita e repete os conteúdos inquestionáveis depositado em maquininhas que chamam de aluno.   
Eu descobri o quanto essas informações estão ultrapassadas, e não as aceito mais antes de “observar, registrar, classificar, comparar e verificar”. Não me conformo mais com as respostas superficiais sobre o que é isto ou aquilo, descobri o quanto são pobres para mim as definições dos outros sobre o mundo. O abacaxi deixou de ser simplesmente um abacaxi. Os conceitos mais lógicos não são tão lógicos até que nós realmente acreditemos nisso. Concorda que quando a gente cresce não é tão fácil acreditar nas coisas que simplesmente nos dizem? Isto por que criticar é próprio dos crescidos.  Estejam certos, eu cresci.
Você constrói o que você acredita, a sua observação será sempre particular, portanto vomite os conceitos universais sobre um mundo que você, mesmo que ainda não tenha percebido, observa diferente. Vomite para construir os seus conceitos “universais” ou simplesmente para confirmar os conceitos pregados, os homens precisam da sua rica contribuição. Questione. Sua vida não encontrará sentido nas respostas, mas nas perguntas, estas são suas, talvez a única coisa que realmente seja sua. Se orgulhe das perguntas, o mundo mudou quando alguém, incomodado com uma, quis saber o que leva a maçã a cair do pé em sua cabeça. Quer um exemplo de como as respostas são mesquinhas? Você aprendeu na escola que o homem não voa, e com certeza isso também foi dito a Santos Dumont. Lembra quando te disseram que uma aula de Filosofia numa turma de agronomia é insuportável, que nada pode ser feito para torna-la mais dinâmica, e que mesmo assim poucos vão aprender? Pois bem, talvez disseram isso ao Ronie também. O impossível existe, mas só até você começar a duvidar dele. Duvide. Liberte-se do cativeiro que é as respostas em torno da sua capacidade. Questione os conceitos universais a razão é, pasmem, deficiente.
Contradizendo minhas palavras (ou não) os “homens de pergunta” ao longo da história estão respondendo mais que os depósitos de respostas inquestionáveis. Apresentem-me os frutos de todas as respostas, e surpreendam-se ao compara-los com os frutos de todas as perguntas. A ciência das respostas é o jeito manco de fazer ciência. O homem que só se serve delas (das respostas) talvez não viva, vegete. 
Por que o barro? Ou a maçã? Ou ainda a coroa? Primeiro para que você pergunte, depois de tudo que a pergunta nos levou a aprender a gente encontra um sentido, já talvez desnecessário, para estas coisas.
Mas se prepare, perguntar, criticar, revolucionar, fazer diferente, cativar e ainda cumprir sua tarefa com grandeza não é para qualquer um, espere pedras, elas com certeza virão. Mas orgulhem-se os grandes não atiram pedras nos pequenos, eles preferem reserva-las aos bons por que estes são poucos e superiores independente do título e do poder que lhes atribuem. 

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

CENSURADO

IMPORTANTE:



Todo o conteúdo anterior foi CENSURADO
está proibido para "menores". Isto por que foi detectado o risco de má interpretação e uso inapropriado do mesmo.

PS: Por hora o conteúdo não será excluído, mas estejam cientes de que a interpretação adequada e responsável (ou não maldosa) só se dará com assistência de um dos estudantes de agronomia que viveu todas as experiências aqui relatadas.

domingo, 17 de julho de 2011

Eu "AcHo" que essa semana foi quente

Eu acharia, se pudesse, lógico, que essa semana começou “quente” e não esfriou, nem pretendeu esfriar até seu fim. Logo na segunda decretou-se a extinção da Ciência mais comum entre os aspirantes a agrônomos da UNILAB.  A “achologia” encontrou na tarde do dia 11 o seu mais afiado opositor, eu acho que agora vamos começar a “acreditar que” ou até “pensar que”, mas nunca mais “achar que”. Deixo claro que não estava na sala na hora do debate, portanto posso ainda vacilar e achar alguma coisa vez ou outra, e acho que acharia se achasse que pudesse achar mesmo que não concordem quando eu acho.
Na terça em sala os professores começaram a externar seu incômodo com o barulho da porta que avisa sempre que alguém vai entrar ou sair, e tem justificativa, isso ocorre com tanta  frequência que o trinco não suportou, e fica na mão de qualquer um, basta puxar .
Tenso mesmo foi a quarta depois de uma aula, em parte animadora. A sexta-feira 13 nada tem de assustadora se comparada a nossa quarta-feira 13 e o terror das notas baixas, em choque agora tem gente profundamente dedicado a mudar sua conduta na universidade.
Na inauguração do Fantasmático Centro de Estudos Interdisciplinares, entendemos que até o gesto materno de beijar o filho é troca, isso nós não sabíamos, mas para alguns (ou alguém) a palestra foi totalmente desnecessária, pois entendia tanto do assunto que até foi mal interpretado, emprestar o computador ao professor palestrante é também um ato de troca, ou seja, o aluno espera uma ajudinha na nota. Concordo que isso deveria ser dito, ficou difícil não pensar besteira quando o cara disse que com o professor entendia tudo de troca e piorou a situação quando disse preferir que o assunto ficasse só entre os dois.
Por fim, frustração para os que esperavam notícia da Joana D’Arc na quinta-feira, o que veio na verdade foi notícia do ex-presidente Lula que exatamente as duas da tarde estava chegando no congresso da UNE, ainda não se sabe se isso é importante ou não.

E chegou sexta-feira.

sábado, 16 de julho de 2011

Pesquisa e Tutoria


Pessoal, com o intuito de esclarecer as dúvidas sobre  a Pesquisa (vocês poderão se inscrever para o  Programa do CNPq,  Iniciação Cientifica)  e a Tutoria,  e ainda, relacionar os temas que nossa pesquisa abordará, estou enviando esta mensagem.  Vamos lá.
A tutoria  consiste num espaço onde o aluno desenvolverá ações que o torne ator social de sua formação, ou seja, participe nesse processo como sujeito. Significa aprofundar as discussões realizadas nas disciplinas a partir de dúvidas, opinar em todas as discussões, levantar problemas, propor sugestões. Na tutoria os professores juntamente com os alunos devem buscar minimizar os problemas vivenciados pelos alunos dentro e fora da universidade. Os problemas de adaptação, tais como, relação universidade e família, situação financeira, saúde, distancia da família (saudade), alimentação, acomodação, relações com os colegas e professores, dúvidas na escolha do curso - identificação com a profissão escolhida, e outros, são considerados. Em outras palavras, “ ajudar alguém a passar de um estado para outro”. (WALLACE; GRAVELLS, 2005). Obvio, e ser ajudado. Na formação dos grupos de tutoria, os alunos devem procurar identificar-se com os trabalhos dos professores desenvolvidos nos segmentos de ensino (aulas), pesquisa e extensão (trabalhos fora da universidade, nos ambientes escolares e não escolares, levando os resultados de suas pesquisas e dando Cursos, etc). Em outras palavras, o que trabalham, como trabalham e onde trabalham. Outras atividades culturais e de laser,  devem ser consideradas, como, o que fazem, do que gostam, que tipo de laser, etc.  Já  a pesquisa trata de um trabalho de investigação a partir da necessidade de se solucionar um problema, teórico ou prático, vivenciado pelos pesquisadores. Por exemplo: vamos pesquisar se o que os alunos do curso de  Agronomia estão estudando na sala de aula e nas suas aulas práticas, está atendendo a necessidade dos agricultores; a cultura do café pode voltar a ser plantada no maciço de Baturité com era antes (larga escala – grande área )?; quem são, onde estão e  o que fazem os agricultores do vale do Acarape-Pacoti ? etc.

Segue abaixo os assuntos que podem ser  trabalhados na nossa pesquisa: Formação Agronômica e Desenvolvimento Rural,

§  Formação dos (as) alunos (as) e professores (as);
§  O Currículo da agronomia;
§  O mercado de trabalho para o agrônomo (a);
§  Questão agrária (reforma agrária, assentamentos rurais, etc);
§  Questão agrícola (o que produzir, quanto produzir, como produzir e onde produzir);
§  Movimentos Sociais (MST é um deles );
§  Movimentos Sindicais (Federação dos Trabalhadores Rurais do Ceara - FETRAECE é uma deles);
§  Organizações Não Governamentais (ONGS – que são,  o que eles fazem e para que trabalham);
§  Políticas de desenvolvimento rural (serviços Assistência técnica e Extensão Rural -EMATERCE, PRONAF, PRONERA, Projovem Campo, etc);
§  Educação do Campo;
§  Pobreza Rural

Se ainda tiverem alguma dúvida, entre em contato por email, por telefone ou pessoalmente, conosco ou com os colegas professores do Curso. No meu caso, os nos. (32711563,96108500 ou 86302339).   Lembrem-se de acordo com o combinado, devemos formar os grupos de tutoria na Segunda (18.07), depois de trabalharmos o Relatório, no espaço da aula de Métodos Participativos. 

Abraços, 
Ribamar Furtado.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Fotos- Junho/ Julho



 



 

Pé na lama e mão na massa

A semana começou animada, como é fácil perceber na foto ao lado. Nos olhos dos nossos jogadores a quase certeza da vitória que não veio. Mas também não saímos derrotados na partida de futsal na segunda-feira,isso por que, como diz a Luzivone: Há sempre duas opiniões, duas maneiras de entender as coisas, portanto não perdemos a partida, apenas não ganhamos. Mas os meninos que jogaram não ficaram tão mau, eles tinham alguém para consolar, pelo menos é que se pode falar do Fernando... Ah, esquece, ele não jogou. Mas é certo que não ganhamos por que enfrentamos os melhores jogadores da cidade, os “pesticidas”, que jogam todo dia, e nós desde maio só fazemos relatório, resumos e participamos de palestras. Bem, aqui cabe a interrogação: Participamos? Sim participamos, o resumo da palestra na aula de quinta-feira é prova disso, ninguém foi pego de surpresa, foi?  Estava todo mundo preparado para fazer até outra apresentação da palestra se fosse preciso. (?)
Pois bem, a seleção agronômica enfiou o pé na lama na segunda a noite, e em solidariedade toda a turma fez o mesmo na terça pela manhã, a Késya principalmente, esta já pensa em investir suas economias em botas lilás e num capacete possivelmente rosa.
A pancada na cabeça que levou a coitada ao hospital na manhã de quarta-feira me fez lembrar os cuidados necessários para que ninguém saia ferido nas aulas de campo.
Como já sabem, cuidem para não cair em buracos ou de algum velho banco, agora também não esqueçam, olhem para cima, pois assim como os buracos e os bancos, as árvores também podem ferir quando não são observadas.
Na quarta-feira lama de novo, desta vez não apenas para deixar a sala imunda, muito menos para entupir todas as pias dos banheiros, embora termos feito isso com maestria, mas para entendermos que matéria, segundo Aristóteles, é aquilo que tem a capacidade de transformação, deste modo o conhecimento verdadeiro é aquele que atingiu a realidade máxima, que já se realizou e não pode nem precisas se transformar por que já É tudo que pode SER. Sendo assim encontramos mais uma vez no topo, ela, a explicada e justificada por si só, a Rainha das ciências, onde todas as outras encontram sua explicação e justificativa, a FILOSOFIA.
De fato, para explicar o tamanho da criatividade (e, em alguns casos, não criatividade) dos alunos na produção artística desta tarde só mesmo a Filosofia. Pombas confundidas com patas, vulcões que mais pareciam cacimbas,  disso a coisa pior, ou a coisa melhor, afinal ninguém ousou retirar da sala o monte de barro e jornais velhos espalhados que até hoje despertas a curiosidade de todos que nos visitam.